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quarta-feira, 9 de março de 2011

História - Nova Série - A Pré-História

     Ao inicio: A pior coisa da vida academia é justamente a falta de tempo ou motivação para evolução mental. Pode parecer paradoxo, mas na universidade nossa evolução [à exceção de alguns cursos na área de humanas] acompanha apenas o conhecimento empírico, não o social. Para tanto, além do Especial Guerras em andamento no Blog vou tentar relembrar alguns tópicos de história. Na verdade grande parte do conteúdo veio do tempo de cursinho pré-vestibular [consequentemente a escrita é um pouco ainda imatura e pode conter erros – ao menos posso citar que fui um excelente aluno em história, ao contrário da língua portuguesa]. Quem sabe também não seja útil para alguém nesse quesito. A história contada em ordem cronológica, ou seja, o começo é meio chata, ao menos não era/é meu período favorito.

Pré-História [até ~4.000a.c. – Antes do surgimento da escrita]

Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada (2.5 milhões de anos de história)

Sociedade formada por pequenos grupos, nomadismo. Arte rupestre, caça, coleta e pesca. Os livros atuais comparam erroneamente esse grupo às populações indígenas atuais, esquecem que as tribos indígenas desenvolveram técnicas de agricultura, abandonaram o nomadismo. Muitas com crença religiosas. Desenvolveram os primeiros instrumentos de caça feitos em madeira, osso ou pedra lascada, e dominaram o uso do fogo.

O termo paleolítico faz mais sentido com as glaciações, e sua classificação temporal é controversa. Há várias subdivisões criadas [paleolítico inferior, médio e superior], mas de certa forma essa divisão didática nada mais é que uma necessidade enfrentada por esses povos na mudança climática a qual enfrentaram [lembre-se, falamos aqui de uma época que durou mais de 2.5 milhões de anos].

Não há menção nesse período para religião. Algumas imagens mostram um culto a mulher e seu poder de gerar a vida “o portal por onde a criança vem ao mundo”.

Neolítico ou Idade da Pedra Lisa (entre 8.000 e 5.000a.c.)

É marcado pelo fim do nomadismo, inicio de uma tecnologia agrária. O trabalho passou a ser dividido (pecuária e agropecuária normalmente para as mulheres; caça e pesca para os homens). Surgimento de aldeias, no inicio próximo ao leito de rios para aproveitar a terra fértil e crescimento populacional, teocentrismo (poder político ligado à religião). Arte cerâmica, tanto para fins decorativos mas também para o armazenamento de sementes. A semente passa a ser moeda de comercio baseado em trocas, inclusive entre as aldeias. “Essas mudanças de comportamento foram consideradas tão importantes que o arqueólogo Gordon Childe designou este momento de Revolução Neolítica, ou Revolução agrária, fator decisivo para a sobrevivência dos povos nesse período.

Dica de livro para essas duas épocas: O cálice e a espada - Riane Eisler.

Idade dos Metais (cobre, bronze e ferro)

Falamos aqui de um extenso período, sendo mais comumente relembrado o crescimento do Egito. Basicamente eram características comuns as primeiras civilizações (dica ai pessoal, cai sempre no vestibular):
- Civilizações de regadio (hidráulicas)
- Estado teocrático
- Trabalho compulsório (escravidão, servidão)
- Terras do Estado.

Nesse ponto é preciso refletir o conceito de história. Há duas vertentes básicas na interpretação da história. Uma segue as relações de produção (marxista) e a outra a evolução intima com a importância das ideias no processo histórico (weberiana). Dizem que a história ensina o futuro, porém em livros a maioria divide em relações de trabalho.

Modo de produção asiático: desconheciam a propriedade privada, sendo a terra e os escravos pertencentes ao estado. Sociedade estamental (não havia trocas de classe social; salvo algumas raras exceções).
Foi nesse período que surgiram as primeiras cidades com o desenvolvimento de algumas das civilizações que dominaram uma vasta área territorial.

No próximo especial: Egito, Grécia, Mesopotâmia, Persas, Hebreus e Fenícios.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Geek: Remover navbar Blogger e adicionar Favicon também no Blogger.

Um post bem rápido. Ambos são detalhes bem interessantes que não acrescentam nenhum beneficio real para seu blog, mas certamente da um gostinho especial ter esses detalhes a mais (ou a menos) na sua pagina.

Como remover a navbar?
Navbar é o nome dessas barras do blogger que ficam no topo. Remove-las é permitido, o único prejuízo é que seu blog será excluído da navegação entre blogs (quando você clica no “próximo”). Na prática isso não significa nada, pois o numero de redirecionamentos para sua página durante o mês pode ser zero.

  
Para removê-la basta entrar em Design, e escolher a opção “Editar HTML”.  Procure pelo seguinte:

<body

Detalhe que dependendo do seu template pode ou não ter alguma coisa escrita na frente ainda após esse termo. Imediatamente antes de <body adicione o seguinte código:

<!-- Navbar-->
<script type='text/javascript'>
<![CDATA[
<!--
/*<body>*/
-->
]]>
</script>
<!-- Navbar-->

Clique em salvar, e quando pedir para remover o widget navbar, confirme e salve. Pronto, seu blog já está sem a navbar.

Como adicionar um favicon?
Favicon são aqueles ícones que aparecem no navegador junto ao endereço do site. Você pode criar o seu ou procurar um modelo que lhe agrade no Google (basta pesquisar, geralmente há milhares de sites para download).

  
Após conseguir o seu favicon, será preciso hospeda-lo em algum local na web. Há vários sites que aceitam o arquivo, recomendo fortemente o SkyDrive, da Microsoft. Para acessar basta se locar na sua conta Hotmail e clicar no link para SkyDrive no topo. Caso o link não esteja presente, procure por Documentos. Basta fazer upload da imagem para Documentos e compartilhar o arquivo como publico. Para saber o link da imagem clique com o direito sobre ela e vá na opção “copiar url/endereço da imagem”.

Agora com nossa imagem em mãos, acesse novamente o “Editar HTML” no Blogger e procure pela tag:

</b:skin>

Imediatamente após ela, adicione o seguinte código:

<link href='URL_DA_IMAGEM_ICO' rel='shortcut icon'/>

<link href='URL_DA_IMAGEM_PNG' rel='shortcut icon'/>

<link href='URL_DA_IMAGEM_PNG' rel='apple-touch-icon'/>

<link href='URL_DA_IMAGEM_PNG' rel='shortcut icon' type='image/x-icon'/>

Substituindo a URL_DA_IMAGEM pelo link que você pegou no SkyDrive (ou outro serviço de hospedagem). Como exemplo ficará assim:

<link href='http://rafaelg.com/imagem.ico' rel='shortcut icon'/>

Basta salvar e pronto. Nesse blog, no template atual, é possível visualizar um megafone. Faça sua personalização. É importante adicionar todas as quatro linhas de endereços, já que dependendo do navegador, uma configuração diferente é exigida (Internet Exeplorer 6, 7, 8, Firefox, Opera, Chrome e Safari). 

São dicas bem simples, mas que dão seu toque pessoal ao blog.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Google Art Project – Mandou bem Google! Muito bem!

A noticia é um pouco velhinha (do começo do mês) mas fiquei sabendo dela somente agora. O Google trouxe o Google Art Project, um museu no seu computador: “mais de mil obras de arte, de mais de 400 artistas, espalhadas por alguns dos maiores museus do mundo, em imagens com resolução de 7 bilhões de pixels.”.


A parceria envolve basicamente os museus The Metropolitan Museum of Art and MoMA em New York, The State Hermitage Museum em St. Petersburg, Tate Britain & The National Gallery em Londres, Museo Reina Sofia em Madrid, the Uffizi Gallery em Florença e do Van Gogh Museum em Amsterdam. Até o momento temos mais de 1000 obras de 400 artistas diferentes.


Cada imagem tem 7 bilhões de pixels, suficiente para fazer zooms impressionantes e não perder nenhum detalhe.

Não posso dizer que é a melhor maravilha do mundo. Não é a mesma coisa observar pela tela de seu computador, mesmo com os 7 bilhões de pixels. Testei em um monitor com 19 polegadas LCD e em um monitor de 17 polegadas LED e enfrentamos os velhos problemas do Google Street: para o Brasil, mesmo tendo uma internet de 4 Megas, a Telefônica faz um péssimo serviço de redirecionamento, o que deixa a navegação pelo museu virtual lento. A navegação com mouse nunca deixa o quadro posicionado em um ângulo desejável. Além disso, nem todas as obras dos museus participantes estão dispostas.

Mas é o primeiro passo para a democratização da cultura.

"A crítica diz: alguns artistas foram mais privilegiados que outros; obras magníficas foram negligenciadas; houve uma seleção parcial das obras capturadas em alta resolução; movimentos foram valorizados em detrimento de outros; museus passariam a ser peças de museus; e vai lá um rosário de lamentações."


Acesse aqui:  http://www.googleartproject.com/

Parte da noticia: papperblog. 

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Programa de Índio: Ano novo em New York. Ecah!

Tive a oportunidade de passar o Ano Novo (virada de 2010 para 2011) em Nova Iorque (New York), mais precisamente na famosa Times Square. O resultado? Um total exemplo de desorganização aliado a pessoas mal educadas e policiais preconceituosos.
 

Desculpem começar o post assim de maneira tão direta, mas nós brasileiros é que sabemos fazer um evento. De tanta porcaria que tem aqui, a politica do pão e circo ao menos tem que ser bem bolada. O Ano Novo na Paulista conta com cerca de cinco milhões de pessoas, é repleto de filas (o que é uma qualidade: demonstra organização), banheiros químicos, regiões vendendo água e comida, além de informações sobre a entrada. Tudo muito simples e fácil de fazer, não? Errado. Parece que somente o brasileiro conhece fila (ou melhor dizendo, está acostumado a enfrentar filas – alguém utiliza o SUS?).


Vamos por parte sobre o réveillon: chegamos [minha namorada e eu] ao local umas 5 horas da tarde. Os primeiros quarteirões tinham barreiras policiais impedindo o acesso, com estes bem desinformados. Vamos entender o lugar: a Times Square fica nas proximidades da rua 42. As ruas em New York seguem uma numeração sequencial [42, 43, 44 e assim por diante]. 


Escritor Rubem Alves supera doenças e eleva tom de seu ateísmo

O escritor Rubem Alves (foto), 78, está indignado com Deus, em quem, aliás, não acredita. Em recente entrevista ao jornal Valor, disse: “Se Deus amasse realmente o mundo, Ele tomaria uma providência [contra as catástrofes naturais]. Em primeiro lugar, mataria as pessoas certas. Ele está com a pontaria péssima. Se fosse meu empregado, já estaria demitido há muito tempo por incompetência administrativa."

Há quem, depois de ter superado grave doença, torna-se mais religioso, passa a acreditar em milagres, adquire fé. O caso de Alves, um mestre em teologia, foi diferente.

Em 2010, ele teve de extrair o estômago por causa de um câncer, trocou uma válvula coração e a coluna lhe deu sofrimento. E agora Alves parece estar mais convicto do ateísmo, com um discurso mais veemente, conforme verificaram os leitores de seu artigo mais recente na Folha de S. Paulo.

Sobre as mortes por causa de deslizamento de encostas na serra fluminense, escreveu: "Se é onipotente, onisciente e onipresente, por que Deus nada fez? Estava dormindo?"

Ao jornal Valor, disse: "Fé para curar o câncer eu não tenho. Sabe o que é fé? É estar no avião com um paraquedas nas costas e de repente dar um salto no abismo, acreditando que o paraquedas vai abrir."

Criticar Deus tem sido, nestes dias, a forma que Alves tem usado para criticar uma sociedade excessivamente impregnada pelo cristianismo. Observa, nesse sentido, que muitos cristãos, por exemplo, renegam o erotismo do tato, do olfato e da contemplação estética.

"Os cristãos têm um problema com o prazer. Você não vê ninguém fazendo uma promessa dizendo assim: 'Oh, Deus, se tu me deres esta bênção, prometo tocar toda manhã um CD de Bach, ou tomar toda noite uma taça de bom vinho'", disse ele à jornalista Marília de Camargo César.

"As pessoas oferecem a Deus cascas de ferida porque elas acham que Deus fica feliz quando a gente está sofrendo. Elas têm uma ideia sádica de Deus."

Além de teólogo formado em Princeton (EUA), Alves é filósofo, psicanalista e autor de mais de cem livros -- alguns deles, escritos em outras épocas, continuam inspirando seminaristas e pastores progressistas.

Confira o texto publicado na Folha:

Eu estava ainda na cama gozando a deliciosa sensação de aconchego, oscilando entre a realidade e o sonho... Para entrar no mundo liguei a televisão.


Apareceram ante os meus olhos cenas surrealistas, de fim do mundo: tsunami nas montanhas, rostos cobertos de lama, lágrimas escorrendo nos rostos, as águas em fúria, o esforço impotente dos vivos na sua vã tentativa de encontrar as centenas de mortos, os esquifes não chegavam, as explicações das autoridades, a mulher que chorava tinha escrito na camiseta que vestia a afirmação confiante "sou feliz", quem está com Deus é feliz...

Comecei a me comover. Mas logo a televisão me salvou. Que máquina maravilhosa essa que, num momento mágico muda a realidade.

Esqueci-me do apocalipse que me assustara e vi-me transportado para um outro mundo. Nesse novo mundo todos usavam camisetas onde estava escrito a seguinte frase: "Sou feliz".

Tudo era festa! Homens falantes e confiantes, mulheres com longos cabelos sedosos, shoppings abarrotados com pessoas em busca da felicidade, proclamavam automóveis, fogões, liquidações sem juros, geladeiras, gerentes sorridentes oferecendo o dinheiro dos seus bancos. Até os pobres podem ser felizes! Agradeci a minha felicidade.

Mas o mais importante: moro num apartamento no 11º andar, é muito alto e sólido, estou a salvo da fúria dos rios e das chuvas.

Lembrei-me então das palavras tranquilizantes da Bíblia, palavras de Deus, ditada por Ele desde toda a eternidade: "Mil cairão à sua direita e 10 mil à sua esquerda, mas nenhum mal o atingirá" (Salmo 91).

Conclusão lógica: nenhum mal estava me atingindo; logo, eu estava sob a proteção divina.

Os mortos, não. Não estavam deitados em verdes pastos sob a proteção do Pastor, como diz o salmo 23. Estavam enterrados sob a lama.
Logo, eles faziam parte dos mil à minha direita e dos 10 mil à minha esquerda.

"Palavra do Senhor! Graças a Deus!"

Engenheiros e autoridades discutiam o que poderia ter sido feito para evitar a catástrofe.

Homens ímpios: não mencionaram "rezar". Deus não poderia ter evitado tudo. Com a palavra os teólogos, o Papa, os templos cheios de fiéis...

Deus é onisciente? É.

Sabe desde toda a eternidade o que aconteceu, o que acontece e o que acontecerá.

Deus é onipresente? É.

Ele está em todos os lugares, na fundura dos rios, na fúria dos mares, nas erupções dos vulcões, nos navios que afundam, nas crianças que nascem, nos velhos que morrem.

E Ele é onipotente? Sim.

Com um piscar de olhos Ele pode criar um universo. Com um piscar de olhos Ele abriu as águas do mar Vermelho. Com um piscar de olhos Ele ordenou o dilúvio. Com um piscar de olhos Ele poderia ter evitado tudo...

No dia seguinte ao ataque terrorista nas torres do World Trade Center, o jornal "The New York Times" publicou um editorial com o título: "Onde estava Deus quando isso aconteceu?"

É a única coisa que tenho a dizer.


Comentário: Não nego que sempre fui apaixonado por Rubem Alves. Sua literatura principalmente infantil é muito rica e cheia de sentimento. Porém não é culpa de Deus derramarem um mar de carvão nos céus para sustentar Las Vegas e muito menos é culpa de Deus nossa alimentação tão artificial levar a doenças. Uma pessoa culpa e letrada como Rubem Alves, que grandes obras vez durante a vida, não pode cair na terceirização da culpa ao final. Me desculpe.

Brasil comandará o Conselho de Segurança das Nações Unidas até dezembro deste ano


Brasília – Na próxima terça-feira (1º), o Brasil assume a presidência do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Por um ano, até dezembro, o comando será brasileiro. O posto é rotativo e sempre ocupado por um dos 15 membros do órgão. Há anos, o Brasil tenta ocupar um assento permanente no conselho e defende sua reforma. Ao assumir o comando, o objetivo é ampliar os debates para as áreas de conflito nas regiões mais pobres do mundo.

As informações são confirmadas pelas Nações Unidas. No dia 11 de fevereiro, o Brasil promove um debate sobre as questões paz, segurança e desenvolvimento. O ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, deverá participar das discussões.

Na ONU, o Brasil é representado pela embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti. De acordo com diplomatas que acompanham as discussões nas Nações Unidos, o momento é para observar com atenção o que ocorre no Kosovo, no Congo e em Guiné Bissau, além dos efeitos do plebiscito no Sudão.

No ano passado, em sessão das Nações Unidas em nome do governo brasileiros, o então ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, defendeu a reforma urgente da atual estrutura do Conselho de Segurança. Criado em 1945, depois da Segunda Guerra Mundial, o formato do órgão estabelece que cinco países tenham assento permanente e dez ocupem provisoriamente, por dois anos, as vagas.

Uma das propostas em discussão é que, entre os seus integrantes permanentes, sejam incluídos mais dois países da Ásia, um da América Latina, outro do Leste Europeu e um da África. Atualmente, são integrantes permanentes do conselho os Estados Unidos, a Rússia, China, França e Inglaterra. Já o Brasil, a Turquia, Bósnia Herzegovina, o Gabão, a Nigéria, Áustria, o Japão, México, Líbano e Uganda são membros rotativos no órgão, com mandato de dois anos.

É o Conselho de Segurança das Nações Unidas que autoriza a intervenção militar em um dos 192 países-membros da organização e também que estabelece sanções – como ocorreu ao Irã, em junho. Os conflitos e crises políticas são analisados pelo conselho, que define sobre o envio e a permanência de militares das missões de paz.

No ano passado, em junho, Brasil e Turquia, que integram o Conselho de Segurança das Nações Unidas, votaram contra as sanções ao Irã. O Líbano se absteve da votação, mas 12 países foram favoráveis às restrições. Para a comunidade internacional, o programa nuclear do Irã é suspeito de produção secreta de armas atômicas. Os iranianos negam.

Minha opinião: ironicamente, 2012 parece fazer mais sentido. 

domingo, 30 de janeiro de 2011

Blog Versão 2.2 - Mundi Inveniri - 2011

Depois de um longo hiatus, dei uma modificada no design do blog.

A primeira e mais importante: agora é possível acessar o blog diretamente por RAFAELG.COM. A opção blog.rafaelg.com também continua disponível. Outras novidades:
  • Especiais do Blog: levando as matérias específicas de cada categoria, em substituição dos posts antes;
  • Mais lidas: postagens mais lidas do mês;
  • Opção de links no final da barra lateral, agora com twitter e facebook;
  • Menor inclusão do serviço de terceiros. Assim o blog carrega de forma mais estável e rápido;
  • Novos assuntos: games e geek, vamos dar uma agitada poraqui;   

E a opção Leia Mais...